MRS

"Eu disse essa frase nessa música, essa frase que na verdade veio na minha cabeça naquele momento na gravação do nosso DVD, essa música que acho que com certeza gravou uma época e marcou o coração da gente a "Tudo Que Você Quiser". E fala nada mais que a verdade, vocês são meus anjos…”

(Luan Santana ao fim da canção “Tudo Que Você Quiser” no Pocket Show 22.07)
leninhals said:
To pirandoo! Continua anjoo, to ficando doida! Amooo as tuas histórias, e admiro a tua inteligência! Nunca li histórias tao criativas quanto as tuas! To amando! :3

ô anjo agora eu que digo que tô pirando com teus elogios, obrigada por tudo que você falou e sobre a fanfic tô em prantos porque não saiu quase nada hoje, ta menos do que a metade de uma folha. 

16 set.   0 notas
Anônimo said:
Continuaaaaaaaaqa

ô anjo, me desculpa, mas faz uns 35 minutos que eu olho pro caderno e pra tela do computador e não saí nada. risquei, escrevi, reescrevi, mas não saí da quinta linha. 

16 set.   0 notas
Anônimo said:
Termina logoooo Pf amo suas histórias, posta logo uns 10 capítulos amanhã kkkkk

pirei contigo agora kkk me desculpa mesmo, mas vou ver se consigo sair da quinta linha. 

16 set.   0 notas

Capítulo quarenta.

Apenas o fitei sem reação alguma. Ele teve ciúmes? Tentei digerir aquelas três palavras e parecer que elas não me atingiram, mas era nítido que eu estava feliz com aquilo. Mas meu subconsciente gritava pedindo para eu não me iludir. Podia ser apenas ciúme de amigos. Claro. Por que não?

— Também sinto ciúmes de você. — joguei verde.

— Sente? — me olhou sem entender e pude ver uma ponta de felicidade em sua voz.

— Meu melhor amigo, meu ídolo, e um gato desse. Claro que tenho que sentir ciúmes. — brinquei.

— Você é tão idiota. — bagunçou meu cabelo e continuamos brincando até chegar na chácara.

— Me desculpa, mas eu estou cansada demais para tomar banho. — falei me jogando no sofá.

— Daqui sinto o cheiro de algo morto.

— Você é tão idiota. — fiz careta e ele veio até mim deitando no sofá e apoitando sua cabeça em meu colo.

— A gente se dá tão bem. — sorriu. — Fico pensando se você não tivesse naquele aeroporto o que estaríamos fazendo agora.

— Eu estaria escrevendo, não tenho dúvidas.

— E eu dormindo.

— Também não tenho dúvidas. — falei mexendo em seu cabelo e percebi que ele estava quase dormindo. — Nem vem. — me levantei e ele tomou um susto.

— O que foi? — perguntou assustado.

— Antes de dormir pode tirar todo esse laquê do teu cabelo.

— Você fez isso tudo só por causa do meu cabelo? — perguntou rindo. — Eu estava quase dormindo. — jogou uma almofada em mim.

— Eu sei, por isso mandei você lavar logo. Não vou dormir com esse cabelo me furando.

— Você sabe bem como dramatizar as coisas. — se levantou e foi até o banheiro.

Subi para o meu quarto que desde que chegamos não usei. A não ser para trocar de roupa e usar o banheiro. Coloquei o pijama de bolinhas vermelhas, brancas e amarelas e desci em seguida. Estava falando sério quando disse que estava cansada demais para tomar banho.

— Não acredito que você só lavou o cabelo. — ri quando vi ele na sala com a mesma roupa que havia saído, enxugando os cabelos na toalha.

— Você só pediu para eu lavar o cabelo. — falou balançando a cabeça de um lado para o outro me molhando.

— Deixa eu secar isso direito. — falei tirando a toalha de sua mão secando bem. — Pronto, agora vai trocar de roupa pra gente dormir logo.

— Não lembro de ter te adotado como mãe.

— Vai logo. — o levantei e com muito custo ele foi.

Arrumei o colchão já que várias coisas estavam em cima dele. Fui até a cozinha tomei um copo d’agua e quando virei vi que Luan estava encostado na parede da escada olhando para mim.

— O que houve? — perguntei, mas nada ele disse.

 Apenas deu a volta e parou na minha frente sem desviar seu olhar do meu. O olhei sem entender o que estava acontecendo. Confesso que minha pele arrepiou a cada passo que ele dava. Senti meu coração disparar, repentinamente e antes mesmo que eu pudesse dizer algo Luan chegou mais perto e colocou suas mãos em minha cintura me puxando para si. Encostou-me no corpo dele e me beijou. Eu não tinha reação, sentia como se não tivesse mais controle algum do meu próprio corpo. Minhas mãos e pernas bambearam de uma forma que eu nunca havia sentido. Fechei os olhos e apenas senti a língua dele no céu de minha boca, e as suas mãos imensas e quentes deslizando pelas minhas costas geladas. Retribui o beijo, esquecendo do mundo lá fora. Sentia o calor de Luan e o cheiro dele penetrando toda a minha pele. O coração parecia que ia sair pela boca. Sentia suas mãos apertando meu quadril, pouco acima do bumbum. Percebi que ele estava excitado e não podia negar que também estava. Poderia empurrá-lo, mas não senti que seria capaz. Luan puxou meu lábio inferior com os dentes, bem de leve e, enfim, nos soltamos depois de minutos se beijando. 

15 set.   2 notas

Capítulo trinta e nove.

O homem na mesma hora saiu de perto dela e num gesto inexplicável ela se desvencilhou de mim e saiu em direção ao estacionamento. Corri atrás dela sem entender o que havia acontecido. O que eu havia feito.

— Laís! — gritei fazendo com que ela parasse de andar.

— O que você quer? — virou para mim com uma raiva absurda.

— O que eu te fiz?

— Você é sempre sínico ou só comigo?

— Não estou entendendo.

— Você do nada aparece expulsando o cara que só estava conversando comigo.

— Então você estava gostando daquela conversa? — senti a raiva me dominar novamente.

— Eu estava sim porque estávamos apenas conversando. E o que você tem a ver com quem eu converso ou deixo de conversar. Não me lembro de ter interferido sua conversa com a loira.

— Então é isso… — riu.

— Isso o que?

— Você estava tentando me fazer ciúmes. — sorriu.

— Você acha que eu faria qualquer coisa ali só para chamar sua atenção? — perguntei abismada.

— Não foi isso que eu quis dizer.

— Foi sim. — me virei e continuei andando sem olhar para trás.

— Laís… — murmurou.

— Onde tem um táxi aqui? — perguntou quase com um grito.

— Você não vai embora em um táxi. — falei autoritário. — Você veio comigo e vai voltar comigo. Além do mais está de noite e se você pensa em ir para a rodoviária, não tem ônibus essa hora. Vamos pra chácara. — pausei. — Por favor?

Ela não falou nada. Apenas afirmou com a cabeça aparentemente calma, aceitando o pedido de voltar comigo. Pedi que ela esperasse para que eu pudesse pagar a conta. Entreguei a chave do meu carro para ela e pedi que ela esperasse lá.

Fiz o que ele me pediu e fui até o carro. Sentei no banco do passageiro e encostei a cabeça para trás. Fechei os olhos e quase cochilei. Estava exausta. Só não dormir por Luan ter me despertado com o barulho da porta que ele abria.

— Pode dormir se quiser. — disse carinhosamente e naquele momento minha vontade de abraçá-lo era fora do normal.

— Você sempre consegue não é? — disse sorrindo.

— Não entendi. — deu partida no carro.

— Você faz raiva para as pessoas, mas em seguida é só sorrir que a outra pessoa esquece.

— Eu causo esse efeito em você? — sorriu só pra me provocar, disso eu tenho certeza.

— Depois dessa minha declaração acho que não preciso mais responder.

— Irei fazer isso mais vezes. — gargalhou. — Já que você confessou algo, irei fazer o mesmo.

— Estou ouvindo. — me virei para ele.

— Sabe as minhas últimas composições? Principalmente a que eu fiz baseada do seu romance? — perguntou e eu assenti. — Eu fiz pensando em você. — olhou para mim e em seguida para frente por ainda estar dirigindo.

Eu não sabia o que dizer. Eu estava louca ou senti segundas intenções em sua voz? Segundas intenções de palavras realmente apaixonadas. De que ele realmente estava pensando em mim, mas não como amigo e sim como homem e mulher. Talvez eu realmente estivesse, talvez não, com certeza eu estava vendo coisas onde não existiam. Dizem que quando lemos muitas coisas sobre o amor vemos coisas onde não tem, talvez era isso que estava acontecendo comigo. De tanto eu escrever, de tanto eu imaginar, de tanto eu procurar acabei “encontrando” onde não havia.

— Você devia me mostrar.

— Vai fazer parte do novo dvd. Com certeza você verá. — piscou. — E por falar na sua música, ela será lançada sábado.

— Já?

— Não vejo a hora de você ouvi-la. O arranjo está lindo.

— Posso te perguntar uma coisa?

— Claro.

— Por que você “expulsou” aquele homem de perto de mim? — perguntei para ele e pude sentir que algo diferente aconteceu assim que terminei a frase.

Não sabia se ele procurava uma resposta, ou tentava esconder alguma coisa. Ele apenas fechou os olhos e vomitou as palavras com toda força que havia.

— Eu senti ciúmes. — disse fechando os olhos parecendo arrependido por ter falado aquilo.

15 set.   0 notas
"vou tentar postar os três capítulos hoje." eu queria primeiramente agradecer a Deus e depois a Jesus ksdfjkfjkjkjgf

besta kkjghrekrfh tô devendo pra vocês né 

15 set.   1 nota

Aviso: Leitoras, como eu não postei nem sábado, nem domingo vou tentar postar os três capítulos hoje. O capítulo trinta e oito está curto porque eu não terminei ele ainda, mas como vou sair, pra não deixar vocês sem fanfic por mais um dia resolvi postar. De noite assim que chegar escrevo o resto e posto pra vocês.

15 set.   2 notas

Capítulo trinta e oito.

Não podia sair de lá porque não sabia o caminho de volta. Não podia dizer não já que ele era livre para isso. Eu só tinha duas alternativas. A primeira, ficar ali, parada fingindo não me importar. A segunda, era sair dali e me divertir. Avisei para seu tio que iria ao banheiro, mas não se preocupasse com minha demora, pois iria ficar um pouco na pista.

— Sozinha? — perguntou um homem alto de cor clara depois de alguns minutos que eu estava dançando.

— Não.

— E onde está seu acompanhante? — perguntou olhando em volta como sinal de que não via ninguém ao meu lado.

— Ele não quis vir para a pista.

— Então você está sozinha. — afirmou.

— Antes que você tente qualquer coisa eu lhe aviso que vim apenas para curtir.

— Primeira pessoa que vejo vir para uma balada e não querer ficar com ninguém.

— Não vai sair? Tem várias mulheres neste lugar.

— Você não me deixou concluir. Eu dizia que nunca vi alguém querer vir para uma balada e não ficar com ninguém além de mim. — sorriu.

Eu, naquele momento estava confuso quanto aos meus sentimentos. Uma loira me chamava bastante atenção naquele camarote e percebi que ela me fitava desde que chegamos. Já por outro lado estava ali a mulher com quem eu amava estar perto. Por quem eu me sentia apaixonado. Devo estar misturando meus sentimentos. Se eu estivesse mesmo apaixonado por Laís eu não estaria desejando outra. Eu acho.

— Max, onde ela foi? — perguntei assim que a vi descendo as escadas.

— Ao banheiro. — virou para ele e procurou a mulher com quem Luan fitava. — Desistiu da loira?

— Pois é.

— Ela te dispensou?

— Pior que não. Eu que desisti no meio do caminho.

— Por que?

— Não teve um motivo. Só desisti.

— Laís?

— O que tem ela?

— Desistiu por causa dela?

— Não teve um motivo. Só desisti. — repeti para ele encerrando aquela conversa.

Me encostei numa espécie de grade que havia no camarim e a vi saindo do banheiro mais linda que antes. Ela era um mulherão, chamava a atenção por sua postura e sua forma leve e penetrante de caminhar. Eu a observava de longe, discretamente encantado. Olhei ao redor e percebi que todos os homens que eu conseguia visualizar olhavam para Laís. Alguns com um olhar de cobiça e, a grande maioria, com olhar de desejo. Aquilo me irritou de uma forma inimaginável. Aquilo me atormentou mentalmente. Mais uma vez eu estava confuso por estar sentindo ciúmes dela, mas sabia que aquilo era reflexo de um sentimento que eu tentava com todas as suas forças sufocar dentro de mim.  Corri meus olhos por todos os cantos que ela passava atentamente. Percebi que ela não voltou para o camarote e sim foi em direção ao bar pegando uma bebida indo em seguida para a pista. Em questão de minutos vi que um rapaz se levantou de sua mesa e caminhou até ela. Ele abordou Laís, que se virou para ele e sorriu. Senti meu coração quase saltar do peito. Ficaram por alguns poucos minutos frente a frente, conversando. Olhei para Laís, que gesticulava e dialogava com ele, aparentemente a vontade. Meus olhos gritavam de raiva.

— Por que não vai atrás dela? — comentou Sthepany.

— Eu fiz a coisa mais idiota que até a pessoa mais bêbada não faria.

— Pelo menos você é homem o suficiente para ver. — completou Max.

— Você está perdendo tempo. — disse Sthepany.

 Saí dali atordoado e andei o mais rápido que pude até a pista, cego de ódio. Parei ao lado de Laís, abracei sua cintura e sorri para ela.

— Como você demorou no banheiro! — falei e fitei o homem, com um olhar irado. 

15 set.   0 notas