Não é amor não. É mais que isso.
Teu olhar me encanta, teu sorriso me fascina. Tua voz me estremece. [  / ]
LILY
meusuperheroils Q: dois capítulos, socorro!!

DOIS!!! kkkkkk gostou dos capítulos?

Anônimo Q: só pela sua demora tem que postar dois cap agora

postada! rs e vocês venceram ein, dois capítulos hoje…

Anônimo Q: fanfic cade?

postada!

Anônimo Q: fanfic?

postada! 

Capítulo vinte e sete.

Na manhã seguinte o céu estava mais cinza do que o dia anterior o que me fez desmarcar a prova do vestido. Também não estava nem um pouco animada em passar horas mais uma vez naquele trânsito então transferi para sábado. Voltei a dormir e as onze horas da manhã acordei. Arrumei a casa que estava uma zona e enquanto preparava o almoço uma discussão de casal acontecia no apartamento da frente. Mais uma entre milhares que aconteciam no ano.

— De novo? — falou Isa do outro lado da linha sem muito interesse, pois sabia que era passageiro.

— Para variar.

— Onde vamos comemorar recém psicóloga? — riu.

— Tem alguma ideia porque eu não sei mesmo.

— Vou ver no que penso e peço algumas sugestões, depois te falo. — falou e em seguida se despediu.

Avistei meu caderno de romances na mesa do computador e estiquei o braço para pegá-lo o que foi em vão já que tive que procurar a caneta achando somente na sala. Abri o caderno e com uma letra garranchada havia uma pequena frase escrito na decima sexta página.

Croire en l’amour. Amour arrive.”

Não sabia o que significava então peguei meu notebook e traduzi para o português. “Acredite no amor. O amor acontece.” Não percebi que um sorriso se formava em meus lábios e a imagem do sorriso dele apareceu na minha mente. Luan que era o dono daquela pequena frase que tinha um significado tão grande. Foi aí que decidi que aquele romance receberia esse nome. “O amor acontece.” Comecei a transferir para o papel tudo que achava certo, tudo que defendia e tudo que imaginava que aconteceria comigo um dia. A inspiração veio em cheio e perdi a hora por completo parando de escrever quando voltei minha atenção para o celular onde o sorriso mais bonito aparecia na tela.

— Quer dizer que alguém mexeu nas minhas coisas.

— Você veio ver hoje? Essa escritora está muito fraca. — brincou.

— Tinha esquecido o quanto é bom escrever. — pausei. — E obrigada por ter me inspirado dessa vez, aquela frase trouxe várias inspirações que até esqueci a hora.

— Lê uma parte do que escreveu.

— Está ficando sem grava. Você já leu as quinze páginas anteriores que eu sei.

— Não li. Pensei em ler, mas preferi guardar e só ler quando estiver pronto. Apenas deixei minha marca na história.

— Vou acreditar.

— Lê logo.

“Não era pra ser assim. Eu planejei tudo do jeito certo. Cada coisa em seu lugar; cada sentimento contido. Mas veio você e tudo o que eu sentia ficou à mostra. Meus sentimentos fugiram do controle como pássaros fogem da gaiola. Os pensamentos pendem em volta de mim como as estrelas fazem com a lua. E eu acho que estou lunático por você. Por cada palavra dita que soa como um canto pra lá de apaixonado. Você está bagunçando meu coração: um misto de amor e desejo. Cada “eu te amo” é como se fosse o primeiro — doce e verdadeiro. Então, meu bem, que sejamos felizes. Vem comigo.”

— O cara realmente está apaixonado por ela.

— E ela por ele, eu garanto.

— Mas porque ela não aceita ser a namorada dele?

— E é porque não leu não é?

— Me entreguei. — falou rindo. — Mas eu só li algumas partes, dessa vez estou falando sério.

— Respondendo a sua pergunta. Ela tem um medo que nem ela mesma sabe o porquê.

— É louca?

— Ô chato, me deixa com minhas imaginações.

— Deixo! Mas é que até em romance, ficção, ou qualquer outra coisa nós homens não conseguimos entender vocês.

— Se prestassem atenção nos detalhes garanto que seria fichinha nos entender.

— Vou ganhar essa dica. — riu.

— Será útil eu garanto. — sorri e esperei a sua resposta, mas ouvia apenas sua respiração. — Ainda está aí?

— Sim.

— E o que aconteceu?

— Nada, só estou feliz por ter te conhecido.

Capítulo vinte e seis.

— Oi filha. — falou minha mãe assim que me viu chegar.

— Oi mãe. — lhe dei um beijo. — O que faz em casa tão cedo? — perguntei analisando o relógio que marcava meio dia e meia.

— Eu ia te contar só a noite com seu pai, mas já que perguntou…

— Fala. — disse puxando a puxando para o sofá.

— Eu e o seu pai vamos nos mudar. — falou rapidamente.

— Por que? — perguntei sem esconder a surpresa.

— Você é de maior, tem suas necessidades. Seus amigos podem querer vir te ver e não se sentem confortáveis com nossa presente.

— Você está falando do Luan, não é?

— Não minha filha. — pegou em minha mão. — É algo que antes mesmo de sabermos sobre você e o Luan já pensávamos.

— E porque não me avisaram quando tomaram essa decisão?

— Quando chegávamos tarde a ponto de você ligar era pra isso. Estávamos atrás de casa. Então preferíamos contar quando nossa ideia estivesse mais concretizada.

— E onde vão morar?

— Em Santos. É mais perto da empresa.

— Meio longe. — fiz careta.

— Você que é muito preguiçosa. — brincou. — Marquei o que você me pediu.

— O que eu pedi? — fiz careta, mas uma vez e ela me olhou torto.

— O seu vestido de formatura.

— Mãe, a formatura é em Abril ainda. Eu pedi pra você marcar mais pra frente não amanhã.

— Você pensa que achar um vestido é assim. Já estamos em Novembro. Esse fim de ano vai passar voando e quando você vê já está em Julho.

— Exagerada.

— Realista. Agora chega de papo que tenho que voltar para empresa, só vim pegar uns papeis.

— Eu te amo viu!?

— Eu te amo minha filha. — me abraçou apertado e seguimos até a porta.

O cinza do céu ainda não havia passado, apenas amenizado. Digamos que aquele dia era ótimo para dormir com o ventilador bem na minha frente enrolada nas cobertas, mas nem tudo são flores e eu tive que tomar um banho rapidamente e resolver tudo que ainda estava pendente na faculdade.

Foi aqui que me lembrei onde morava. São Paulo e trânsito literalmente não chegavam em um acordo nunca. Trinta minutos de congestionamento foram o suficiente para me tirar de sério me trazendo um arrependimento de ter saído de casa. Tempo depois os carros começaram a andar e pude chegar ao local mesmo com uma hora e vinte minutos de atraso.

— Alguém perdeu o celular. — brincou Zoé.

— Trânsito querida.

— Já escolheu o vestido?

— Vocês são muito apressados. Minha mãe já foi atrás para mim. — ri.

— O tempo voa amor. 

"O cantor Luan Santana visitou as crianças no Hospital de Cancêr de Barretos e doou parte do seu cachê na festa, para a instituição” (x)

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ultimatosantana:

"Doe uma camisa para Luan Santana" (+) kkkkkkkkkkkk

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